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segunda-feira, 18 de julho de 2011

5ª Etapa do Trofeo Linea em Londrina

Foto: Michelle Bragantini

Londrina, Paraná. Dia 17 de julho de 2011. Dia da 5ª e 6ª etapas do Trofeo Linea, categoria de turismo que faz parte do Racing Festival, organizado pela família Massa.

A classificação do sábado é válida para a primeira bateria do domingo, que aconteceu às 9h30 da manhã. O sol já estava alto, apesar do tempo ainda fresco no Autódromo Internacional Ayrton Senna. Para relembrar, André Bragantini largou em quarto e seu companheiro Allam Khodair em quinto. Cacá Bueno pole, Cesinha Bonilha em segundo e Christian Fittipaldi em terceiro. André largou bem, mas logo na primeira volta um incidente comprometeu toda sua corrida, que tinha tudo para ser ótima. Quando já estava na terceira posição, o piloto do carro número 1, Christian Fittipaldi, vendo que já tinha perdido sua posição e que André já estava com mais da metade do carro na sua frente, tocou na lateral traseira do carro número 13, o fazendo sair da pista. Ainda assim Bragantini voltou na última posição, em 16º lugar, partindo então para uma corrida de recuperação. E que recuperação!

Com muita garra e determinação e sabendo escapar dos acidentes à sua frente, André chegou ao nono lugar, onde ficou até a última volta. Fernando Nienkotter estava à sua frente. No Trofeo Linea, os oito primeiros da primeira bateria invertem o grid de largada para a segunda. Ou seja, se André passasse Fernando, seria o primeiro no grid para a 6ª etapa. E não deu outra. No final do percurso, já nas últimas curvas, Bragantini ultrapassou o Fernando, um dos irmãos Nienkotter, terminando assim em oitavo lugar. A festa foi geral na equipe Sinal Grecco, já que Allam Khodair, companheiro de André, chegou na terceira posição, depois de largar em quinto.

No final, Marcos Gomes, que tinha sido o quinto colocado na prova foi punido e caiu para 13º, o que fez com que as colocações se alterassem. Assim, André foi para a sétima posição e largou em 2º na bateria seguinte. Dos males, o menor.

No final, a 5ª etapa ficou assim:

1 - Cacá Bueno
2 - Cesinha Bonilha
3 - Allam Khodair
4 - Ulisses Silva
5 - Leonardo Nienkotter
6 - Clemente Faria Jr
7 - André Bragantini
8 - Fernando Nienkotter
9 - Giuliano Losacco
10 - Alessandro Marchini

Não completaram:

Christian Fittipaldi

Fábio Carreira
Rogério Castro

domingo, 12 de dezembro de 2010

Bragantini vence no Sul e decide título com Cacá Bueno




Mais emocionante impossível. A decisão do Trofeo Linea ficou mesmo para a 12ª e última etapa, programada para as 16h30 deste domingo no Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul. Com a vitória de André Bragantini na primeira bateria, o campeão será conhecido apenas na bandeirada final da prova de complemento da rodada dupla. Será um "mano-a-mano" entre o líder Cacá Bueno, que terminou apenas em 7º, e Bragantini, os únicos que restaram na briga da categoria de turismo do Racing Festival.

Cacá ainda tem o favoritismo que a pole da 11ª etapa já lhe garantia e que se dissipou junto com a chuva logo na primeira curva após o choque com Christian Fittipaldi que o arremessou para as posições intermediárias. Beneficiado pelo sistema de grid invertido dos oito primeiros colocados, Cacá sairá em segundo no encerramento do calendário, enquanto Bragantini partirá em 8º com a difícil missão de descontar os nove pontos - 87 a 78 - favoráveis ao rival. Pelo formato diferenciado da corrida, o vencedor levará 15 pontos e não os 20 da anterior.

Bragantini brilhou na conquista de sua primeira vitória na categoria. Depois de comandar a classificação até a metade do campeonato, o paulista radicado em Curitiba perdeu fôlego e entrou na finalíssima apenas na quarta colocação da classificação geral e do grid. Mas soube contornar os desafios da pista molhada e dos vários acidentes que provocaram duas intervenções do safety car e manter vivas as chances de se tornar o primeiro campeão da história do Trofeo Linea. Com a quarta colocação e até então na vice-liderança, Christian Fittipaldi deixou a disputa, assim como Giuliano Losacco e Alceu Feldmann, apesar do bom terceiro lugar deste último na primeira corrida que o levou ao pódio junto com o segundo colocado Serafin Jr.

A 11ª etapa terminou assim:

1 - ANDRE BRAGANTINI - 27min02s099
2 - SERAFIN JR - a 2s997
3 - ALCEU FELDMANN - a 5s431
4 - CHRISTIAN FITTIPALDI - a 6s353
5 - ALLAM KHODAIR - a 6s657
6 - ANTONIO JORGE NETO - a 12s022
7 - CACÁ BUENO - a 12s395
8 - POPÓ BUENO - a 13s051
9 - RODRIGO NAVARRO - a 13s326
10 - JOSÉ VITTE - a 13s991
11 - CESARE MARRUCCI - a 14s657
12 - ULISSES SILVA - a 17s564
13 - FERNANDO NIENKOTTER - a 19s175
14 - LEONARDO NIENKOTTER - a 25s982
15 - FABIO CARRERA - a 1 volta
16 - CLEMENTE JR - a 1 volta
17 - JOSÉ CORDOVA - a 2 voltas
18 - GIULIANO LOSACCO - a 5 voltas

A classificação do Trofeo Linea, após 11 etapas:

1) Cacá Bueno - 87 pontos
2) André Bragantini - 78
3) Christian Fittipaldi - 71
4) Alceu Feldmann - 69
5) Giuliano Losacco - 59
6) Serafin Jr. - 57
7) Cesinha Bonilha - 51
8) Popó Bueno e José Cordova - 46
10) José Vitte e Jorge Neto - 39
12) Duda Pamplona - 30
13) Ricardo Maurício - 29
14) Ulisses Silva - 20
15) Clemente Faria Jr. - 19
16) Thiago Camilo - 10
17) Allam Khodair - 8
18) Leonardo Nienkotter - 7
19) Rodrigo Navarro - 3
20) Cesar Marrucci e Fabio Carrera - 1

O Racing Festival, apresentado pelo Banco Santander e Fiat, tem patrocínio da Shell, co-patrocínio da Pirelli e FPT Powertrain Technologies, apoio Magneti Marelli e Rodas Scorro e realização da RM Racing Events.

Fonte: Racing Festival

domingo, 17 de outubro de 2010

Mais um fim de semana para esquecer...

E mais uma vez, após uma série de conquistas e liderança do campeonato até pouco tempo atrás, André Bragantini pode dizer mais uma vez que as etapas de Brasília fizeram parte de mais um fim de semana para se esquecer.

Após a decepção em "casa", já que tem mais de seis anos que o piloto paulistano mora em Curitiba, quando ele não conseguiu pontuar em nenhuma das duas baterias do dia 26 de setembro, mais uma vez, após grande expectativa, ele pontuou menos do que gostaria em Brasília.

Novamente André começara o fim de semana indo bem nos treinos livres da sexta-feira. Marcando o segundo lugar no primeiro treino e o primeiro lugar no segundo, a esperança era maior ainda para que o fim de semana fosse produtivo. O carro rendia, o motor também e os resultados apareciam claramente.

O piloto do carro 13 sempre gostou da pista de Brasília, ainda mais do circuito interno, que ultimamente tem sido pouco utilizado. No sábado pela manhã, no terceiro treino livre, terminou em quarto lugar, confiante de que a classificação seria boa.

Na tarde de sábado, começava o treino classificatório para a nona etapa do Trofeo Linea. Com 20 minutos de duração, André crava logo a melhor volta em sua primeira saída. E não precisou de mais. Foi só esperar a segunda parte do treino.

Os seis melhores foram: André Bragantini, Christian Fittipaldi, Cacá Bueno, Alceu Feldmann, José Cordova e Antônio Jorge Neto. André era o último a sair. Nenhum piloto ainda tinha baixado o tempo feito na primeira parte da classificação. Fittipaldi estava na pista quando teve problema com seu eixo e André, o último a sair, estava pronto. Foi justamente quando ele saiu para sua volta rápida, que seu motor estourou, fazendo com que o piloto não pudesse completar a classificação, largando teoricamente em sexto.

Foi aí que mais uma vez a injustiça pegou André. Os motores são todos cuidados e revisados pela mesma empresa, a FTP, e nenhuma equipe tem permissão para mexer e abrir os próprios. É contra o regulamento, até porque a regularidade seria uma das marcas registradas da categoria. Seria. Ao longo do campeonato podemos comprovar que os motores são desiguais e não é pouco, mas sim muito perceptível.

O regulamento, que começou de uma maneira, mudou logo após a primeira etapa. Por quê? Ainda não sabemos. Só sabemos que o Cacá Bueno trocou de motor duas vezes durante as primeiras etapas no Rio de Janeiro, pois simplesmente não gostou do rendimento dos mesmos e não levou nenhuma punição como perda de posições no grid ou algo do tipo.

Ok, o regulamento foi modificado para a terceira etapa em diante. Agora em Brasília, André Bragantini foi injustiçado duas vezes. Algo que nem era de culpa sua ou da equipe, acabou mudando completamente o panorama do seu fim de semana. Depois da classificação e do problema ocorrido com o seu motor, que diversas vezes já tinha dado problema, as esperanças diminuíram. Além de não conseguir registrar tempo e ficar em sexto lugar, teoricamente, o problema não pode ser solucionado pela equipe e André e a equipe Full Time foi obrigada a trocar o motor, causando assim a perda de 10 posições no grid. Sendo assim, André largaria em 16º na nona etapa válida para o Trofeo Linea. E foi o que aconteceu.

Na primeira corrida do dia, após Bragantini cair para último lugar logo na primeira volta, em virtude do carro que morreu na largada, ainda assim conseguiu fazer uma corrida de recuperação e chegar em sétimo lugar. Com a cabeça no lugar, fazendo belas ultrapassagens e sendo limpo, conquistou posições importantes, somando pontos e conseguindo dessa forma largar em segundo lugar na bateria da tarde, já que os oito primeiros colocados são invertidos de posição para a segunda corrida do dia.

Na décima etapa, realizada no domingo pela tarde, André, largando em segundo, vinha bem na primeira volta, sofrendo com constantes ataques dos adversários. Depois de um erro de freada em uma curva, que ele mesmo assumiu posteriormente, e mesmo tendo conseguido acertar o carro em uma bela manobra, Christian Fittipaldi, que vinha logo atrás, acabou acertando André em sua volta ao traçado e causou assim um acidente que não deu chances ao piloto paulistano de voltar para a corrida e para a briga pelos pontos. Pronto. Fim de corrida, fim de fim de semana para o experiente piloto do carro número 13.

Após a tristeza por não pontuar em Curitiba e pelos pontos esperados que não vieram em Brasília, apesar de toda sua boa atuação nos treinos e ainda devido a incoerências no regulamento, André Bragantini perdeu assim a chance de retomar a liderança e ficar mais perto do atual líder, Cacá Bueno.

O vencedor da nona etapa em Brasília foi justamente o novo líder do campeonato, Cacá Bueno e o vencedor da décima etapa foi Christian Fittipaldi. Agora, André se encontra em quarto lugar no campeonato, mas continua na briga. Agora, é pensar nas últimas etapas que serão realizadas dia 12 de dezembro, em Santa Cruz do Sul, Rio Grande do Sul.

Segue abaixo a classificação da nona e décima etapa realizadas em Brasília e também a nova tabela do campeonato do Trofeo Linea:

O resultado da 9ªetapa:

1) Cacá Bueno, 12 voltas, 27min52s898
2) José Cordova, a 2s139
3) Christian Fittipaldi, a 3s957
4) Popó Bueno, a 8s360
5) Alceu Feldmann, a 9s598
6) Ricardo Mauricio, a 11s398
7) Andre Bragantini, a 12s116
8) Cesinha Bonilha, a 18s427
9) Jose Vitte, a 18s676
10) Fábio Carreira, a 19s741
11) Ulisses Silva, a 26s242
12) Jorge Neto, a 26s690
13) Clemente Jr., a 28s236
14) Duda Pamplona, a 30s810
15) Fernando Nienkotter, a 30s928
16) Rodrigo Navarro, a 31s313
17) Serafin Jr., a 33s529
18) Cesare Marrucci, a 39s348
19) Betinho Sartorio, a 41s394
20) Giuliano Losacco, a 2 voltas

Não classificados:
Leonardo Nienkotter
Thiago Camilo

Melhor volta: Thiago Camilo em 2min16s744.

O resultado da 10a. etapa (Resultados sujeitos a verificações técnicas e desportivas):

1) Christian Fittipaldi, 11 voltas, 27min40s838
2) Caca Bueno, a 0s271
3) Cesinha Bonilha, a 3s044
4) Popo Bueno, a, 6s035
5) Alceu Feldmann, a, 6s170
6) Thiago Camilo, a, 6s685
7) Jorge Neto, a, 10s433
8) Ricardo Mauricio, a, 11s294
9) Fábio Carreira, a, 14s206
10) Giuliano Losacco, a, 14s608
11) Jose Vitte, a, 15s033
12) Ulisses Silva, a, 16s611
13) Clemente Jr., a, 17s448
14) Rodrigo Navarro, a, 19s604
15) Fernando Nienkotter, a, 20s274
16) Duda Pamplona, a, 23s973
17) Cesare Marrucci, a, 25s250
18) Betinho Sartorio, a, 2min00s548

Não classificados:
José Cordova
Serafin Jr
Leonardo Nienkotter

Melhor volta: Alceu Feldmann em 2min16s130, média de 144,655 km/h

A classificação do campeonato:

1) Cacá Bueno, 83 pontos
2) Christian Fittipaldi, 61
3) Giuliano Losacco, 59
4) André Bragantini, 58
5) Alceu Feldmann, 57
6) Cesar Bonilha, 51
7) José Cordova, 46
8) Serafin Jr. e Popó Bueno, 43
10) José Vitte, 38
11) Antonio Jorge Neto, 33
12) Duda Pamplona, 30
13) Ricardo Maurício, 29
14) Ulisses Silva, 20
15) Clemente Faria Jr., 19
16) Thiago Camilo, 10
17) Leonardo Nienkotter, 7
18) Cesar Marrucci, Rodrigo Navarro e Fabio Carreira, 1

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Uma parceria de sucesso

Há quase 31 anos atrás nascia uma parceria de sucesso. Não tinha como ser melhor. Pai e filho. Mesmo nome: André Luiz Bragantini. Mas o segundo tem o Júnior. Não se separaram mais. Hoje, trabalham juntos na Stock Car. André Bragantini é chefe de equipe e coordenador da equipe RCM, a irmã da Eurofarma RC. A RCM em 2010 conta com os pilotos Alceu Feldmann e Lico Kaesemodel e André Bragantini Jr, o piloto, trabalha na equipe fazendo assessoria para o dono do carro número 63, no caso, o Kaesemodel.

Uma pergunta é recorrente para a família Bragantini: Por quê o Andrézinho (como é chamado no meio do automobilismo) não corre com o Andrézão? Mas a resposta não é tão simples assim. Primeiro porque patrocínio não é nada fácil de conseguir e tudo depende de interesses, equipes e contratos. Segundo porque é difícil a relação entre pai e filho. Para os outros, claro. O companheiro de equipe do André sempre tem (teve, teria) uma pontinha de inveja da relação e acha que existe uma proteção. Proteção de pai, só se for. E nada mais. Fora que a cobrança é muito maior, como se um acerto de carro dependesse somente do bom relacionamento. Enfim, pra eles também não é fácil. Mas com certeza o maior sonho dos dois é o pai ter o filho como piloto e o Júnior ter o pai como chefe de equipe. Em uma Stock Car, principalmente. Mas a parceria de pai e filho não vai acabar nunca e disso eles têm certeza. Nesse fim de semana, dos dias 04 e 05 de setembro, acontece em São Paulo a Corrida do Milhão da Stock Car e com certeza que juntos, eles tentarão o melhor resultado para a equipe e seus pilotos.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Trofeo Linea reabre luta pela liderança em Interlagos


Foto: José Mário Dias

Ponteiro do campeonato, André Bragantini prevê tempo de volta abaixo de 1m53

Com quatro ganhadores diferentes nas duas primeiras rodadas duplas, o Trofeo Linea reabre a luta pela liderança de seu primeiro ano de existência a partir desta sexta-feira no Autódromo de Interlagos. Serão duas sessões de treinos livres e o total de 90 minutos de ensaios para que equipes e pilotos iniciem o trabalho de acerto dos carros para os 4.309 metros do circuito paulistano. Na avaliação do líder André Bragantini Jr., no entanto, a tarefa dos pilotos será facilitada pelo amplo conhecimento que todos detêm da pista. "Acho que cinco voltas serão suficientes para o pessoal começar a acelerar para valer. É mais uma questão de adaptar o carro ao traçado, porque os pilotos estão cansados de correr aqui", lembra, ressaltando a boa expectativa para as provas deste domingo em São Paulo.

Bragantini vem cumprindo uma campanha pautada pela regularidade. Ainda não venceu, mas comanda a classificação desde a abertura da temporada no Rio de Janeiro. Neste final de semana, andará com um carro de tração dianteira pela primeira vez desde 2008. Com base na longa experiência em Interlagos, o piloto da equipe Full Time acredita que os tempos de volta estarão na casa de 1m53. "Talvez até um pouco menos, porque o Linea evoluiu bastante desde o começo do campeonato", lembrou o paulista radicado em Curitiba.

A quinta-feira em Interlagos serviu para a montagem dos boxes e os ajustes finais nos carros para os treinos de amanhã. O carioca Serafin Jr. foi um dos primeiros a chegar ao autódromo e participou ativamente dos trabalhos da W2 Racing. Espera finalmente encontrar em São Paulo a sorte que faltou nas visitas anteriores em outras categorias. "Não sei o que acontece, mas aqui as coisas quase sempre começaram bem e terminaram mal para mim. Exatamente o contrário do que ocorreu em Londrina, onde bati nos treinos de sábado, terminei a primeira prova em oitavo e ganhei a segunda. É verdade que as características do circuito ajudaram, porque as ultrapassagens lá são quase impossíveis. Mas o Duda Pamplona estreou, andou bem e mostrou que o carro estava mesmo bom. Com as modificações que trouxemos para cá, onde o asfalto é bem mais liso, espero que nossa sorte seja ainda melhor."

O paulista Luciano Kubrusly passou pelo autódromo, conversou com o preparador Carlos Pagliaro e está confiante em voltar a correr depois da ausência no norte paranaense por causa de uma contusão. "Ainda sinto a tendinite na perna direita, mas melhorei bastante. Estou ansioso, porque da última vez que corri em Interlagos era presidente da associação de pilotos da categoria e tinha diversas atribuições. Agora, serei como um piloto normal, preocupado apenas em acelerar e reclamar do carro", brincou Kubrusly, que deveria ter estreado naquela etapa. Azar de uns, sorte de outros. Chamado às pressas para ocupar seu lugar, o londrinense Cesinha Bonilha surpreendeu ao vencer a prova em sua primeira experiência no Trofeo Linea.

Bragantini lidera com 32 pontos, contra 30 de Antonio Jorge Neto, 28 de Alceu Feldmann e 22 de Ricardo Maurício. A primeira sessão de treinos livres do Trofeo Linea está marcada para as 11h10, com 30 minutos de duração. A segunda será realizada das 14h50 às 15h50. A Fórmula Future Fiat e a 600 Hornet (motos) completam a programação do Racing Festival em Interlagos.

O Racing Festival, apresentado pelo Banco Santander e Fiat, tem patrocínio da Shell, co-patrocínio da Pirelli e FPT Powertrain Technologies, apoio Magneti Marelli e Rodas Scorro e realização da RM Racing Events.

Fonte: Racing Festival

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Bragantini comanda dobradinha no Trofeo Linea


Foto: José Mário Dias

Foi uma mudança da água para o vinho. Sem ter completado uma única volta nos ensaios extras da manhã, o "paranaense" - na verdade, paulista que reside em Curitiba já há alguns anos - André Bragantini deu as cartas na primeira sessão de treinos livres da segunda rodada dupla (3ª e 4ª etapas) do Trofeo Linea. Para completar o domínio da equipe, Full Time Sports, Alceu Feldmann - outro representante do estado - terminou em segundo, depois de fazer a volta mais rápida nas atividades matinais.

O resultado foi até certo ponto inesperado mesmo para Bragantini, que lidera o campeonato graças aos dois segundos lugares na abertura do calendário no Rio de Janeiro no fim de maio. "É sempre uma surpresa quando se fica em primeiro, principalmente quando se corre com pilotos tão bons quanto os do Trofeo Linea. O que me deixou mais tranqüilo foi o desempenho do Alceu pela manhã. Eu sabia que nosso carro seria competitivo quando resolvêssemos os problemas de falhação que tinha apresentado logo que saiu dos boxes", comentou.

Toda a parte elétrica do carro passou por uma rigorosa revisão antes que Bragantini pudesse entrar na pista. "Trocamos tudo, e o motor acendeu imediatamente", lembrou. Alegre com a recuperação depois do início preocupante, Bragantini fez questão de ressaltar o trabalho dos técnicos da equipe. "O pessoal trabalhou duro no desenvolvimento do carro durante esse intervalo entre as corridas e conseguimos melhorar bastante", elogiou. Feldmann, especialista nos 3.145 metros do traçado do norte paranaense, admitiu que seu trabalho foi importante para a performance do parceiro. "Como ele não andou, pôde poupar os quatro pneus", disse. "Eu andei apenas com dois novos no período da tarde."

O domínio dos pilotos da casa só não foi ainda mais esmagador porque o paulista Thiago Camilo - outro que praticamente nem deixou os boxes pela manhã - desbancou José Cordova do terceiro lugar nos últimos minutos da prática de uma hora. Outros destaques da sexta-feira foram o quinto lugar do catarinense Leonardo Nienkötter, além do desempenho dos estreantes. Duda Pamplona fechou em 6º e Christian Fittipaldi foi o 9º. Chamado de última hora para substituir a Luciano Kubrusly, impedido de pilotar por causa de uma tendinite na perna direita, o londrinense Cesinha Bonilha mostrou uma rápida adaptação ao carro e ficou em 13º.

Neste sábado, os carros voltam à pista para a segunda sessão de treinos livres às 10h20. As tomadas classificatórias, incluindo o Top Qualifying com os seis mais rápidos para a definição da pole, serão realizadas a partir das 15h20.

Os tempos:

1º) André Bragantini, 1min28s934
2º) Alceu Feldmann, a 0s199
3º) Thiago Camilo, a 0s617
4º) José Cordova, a 0s765
5º) Leonardo Nienkötter, a 1s026
6º) Duda Pamplona, a 1s062
7º) Serafin Jr., a 1s391
8º) Ricardo Maurício, a 1s405
9º) Christian Fittipaldi, a 1s478
10º) Antonio Jorge Neto, a 1s521
11º) Clemente Faria Jr., a 1s707
12º) Giuliano Losacco, a 1s819
13º) Cesinha Bonilha, a 1s837
14º) Ulisses Silva, a 1s944
15º) Fernando Nienkötter, a 1s983
16º) Cacá Bueno, a 2s113
17º) José Vitte, a 2s257
18º) Cesare Manucci, a 2s538
19º) Rodrigo Navarro, a 2s569
20º) Betinho Sartório, a 3s895
21º) Popó Bueno, a 22s227

Fonte: Racing Festival